CORAGEM – Irmão José

Existe, sim, um tipo de coragem que poucos têm demonstrado – a de admitir o equívoco cometido!

Não estamos nos referindo apenas e tão-somente ao reconhecimento verbal do erro que se perpetrou, feito, não raro, na intimidade de reduzido círculo de pessoas.

Para se considerar, sem alarde, a própria responsabilidade nesta ou naquela atitude impensada em prejuízo de alguém, não há necessidade de que se tenha tanta coragem assim!

Basta que, para tanto, se tenha o mínimo de consciência entre o que seja certo ou errado.

O difícil é chamar para si as consequências de qualquer ação infeliz, com a indispensável coragem de, custe o que lhe custar, se entregar à sua imediata reparação.

Irmão José (psic. Carlos Baccelli – do livro “Pai, Perdoa-lhes!”)