REDENÇÃO – Irmão José

Calar a mágoa de injusta condenação…

Ombrear a pesada cruz do testemunho…

Escutar escárnios e injúrias…

Conhecer o abandono dos amigos…

Subir o calvário, sob rudes tormentos…

Suportar o açoite da calúnia e da maledicência…

Provar o fel da mais amarga ingratidão…

Abrir os braços na mais completa renúncia…

E, por fim, perdoar!…

Irmão José (psic. Carlos Baccelli – do livro “Pai, Perdoa-lhes!”)

METAS A CUMPRIR – Irmão José

Em termos profissionais, o homem sempre se traça metas a serem alcançadas.
Agenda-se, com o intuito de mais bem aproveitar o tempo disponível.
Disciplina-se, buscando não dispersar energias no que pretende realizar.
Recicla-se, adequando-se às exigências de atualização do conhecimento.
Esmera-se, em todos os sentidos, para não se ver fora de contexto no mercado de trabalho.
Do entanto, no que tange às conquistas de natureza espiritual, o homem não se empenha com a mesma determinação com que se lança às coisas do mundo material.
Não se impõe metas a cumprir, qual se dons do espírito pudessem lhe ser outorgados graciosamente, sem nenhum dispêndio de esforço e sem o menor interesse de sua parte.
Irmão José (psic. Carlos Baccelli – do livro “Pai, Perdoa-lhes!”)

POR QUÊ? – Irmão José

Por que não buscas os bens espirituais com a mesma determinação com que buscas os bens materiais?

Impaciente, proferes uma única oração e já queres obter o que pedes.

Semeias com parcimônia e esperas colher abundantemente.

Sequer concedes tempo às Leis Divinas para que as Leis Divinas ajam em teu favor.

Quase tudo te habituaste a querer precipitadamente.

Se não tens, de imediato, os teus caprichos atendidos, descambas para a descrença.

Endereças ultimatos ao Criador, como se Ele existisse apenas para te servir.

Indiferente à fé, reivindicas prodígios de que te julgas merecedor.

Habituado a corromper a justiça dos homens, intentas corromper a ordem que impera no Universo.

Toda bênção espiritual sempre se faz antecipar pelo suor de quem lhe permanece na expectativa.

Não batas às portas do Céu, sem humildade.

Insistir na dádiva não é ser impertinente com Deus.

Irmão José (do livro “Dias Melhores” – psic. Carlos Baccelli)

SE NÃO CONSEGUES – Irmão José

   Se não consegues libertar-te, de imediato, deste ou daquele problema que te acabrunha, procura administrá-lo.

Que as tuas dificuldades íntimas não sejam embaraço para os outros.

Que as tuas mazelas pessoais não comprometam a felicidade de ninguém.

Que as tuas lutas por melhorar não afetem a vida dos teus semelhantes.

Não sejas condescendente em excesso com os teus erros!

Não toleres em demasia as tuas constantes reincidências no mal.

Administra os teus conflitos psicológicos, pugnando por tua independência, em tuas inclinações infelizes.

Corrige-te a cada dia e, de tuas pequeninas vitórias no cotidiano, alcançarás o triunfo definitivo.

METAS A CUMPRIR – Irmão José

Em termos profissionais, o homem sempre se traça metas a serem alcançadas.
Agenda-se, com o intuito de mais bem aproveitar o tempo disponível.
Disciplina-se, buscando não dispersar energias no que pretende realizar.
Recicla-se, adequando-se às exigências de atualização do conhecimento.
Esmera-se, em todos os sentidos, para não se ver fora de contexto no mercado de trabalho.
Do entanto, no que tange às conquistas de natureza espiritual, o homem não se empenha com a mesma determinação com que se lança às coisas do mundo material.
Não se impõe metas a cumprir, qual se dons do espírito pudessem lhe ser outorgados graciosamente, sem nenhum dispêndio de esforço e sem o menor interesse de sua parte.
Irmão José (psic. Carlos Baccelli – do livro “Pai, Perdoa-lhes!”)

DESCANSO – Irmão José

Cumpre com o dever que te cabe, mas não com o pensamento de, em seguida, te entregares a improdutivo descanso.
Se almejares, no reino do espírito, a conquista de maiores prerrogativas, não penses em cruzar os braços.
Fielmente executada, a tarefa menor te habilita à execução de tarefas de maior envergadura e responsabilidade.
Ninguém segue à frente para esquecer quem se movimenta na retaguarda.
Enquanto houver o menor traço de sombra, a luz não deixará de expandir-se em claridade.
Disse-nos Jesus que muito se pedirá a quem muito recebeu. Isto significa dizer que, do espírito mais consciente, sempre se esperará cada vez mais efetiva participação na obra da Criação Divina.
Irmão José (psic. Carlos Baccelli – do livro “Pai, Perdoa-lhes!”)

CORAGEM RARA – Irmão José

Muitos são os que se dispõem a desafiar perigos, arriscando a vida de maneira espetacular.
Outros se dão à prática de esportes radicais, revelando o seu descaso perante a morte.
Quase sempre, o mundo saúda por heróis aqueles que realizaram feitos extraordinários no campo de batalha ou nas arenas em que os limites humanos são postos à prova.
Condecorações e medalhas são reservadas aos que se colocam em evidência intelectual, colaborando para o avanço da Ciência.
Todavia, uma espécie de coragem existe que, infelizmente, a maioria dos homens desconhece ou não sabe valorizar – referimo-nos à coragem rara de empreender, sob a inspiração do Evangelho do Cristo, indispensáveis mudanças em seu mundo íntimo.
Irmão José (psic. Carlos Baccelli – do livro “Pai, Perdoa-lhes!”)

TÓPICOS DA ANSIEDADE (Bezerra de Menezes)

Reergamos o ânimo abatido.

Reajustemo-nos, para corresponder à proteção que o Senhor nos tem dispensado.

A dificuldade é nosso degrau de ascensão.

Não nos faltará o amparo Divino.

(Do livro ‘Apelos Cristãos’, ditado por Bezerra de Menezes, psic. Chico Xavier)

CULPA E CONSCIÊNCIA – Irmão José

Os que mais reclamam são os que menos fazem para melhorar a situação.

Incriminam os outros.

Relacionam culpados.

Responsabilizam os homens qual se não pertencessem à espécie humana.

Profetizam catástrofes e continuam de braços cruzados.

Imaginam, assim, ludibriar a Sabedoria Divina, que os espreita em seus movimentos e intenções.

Falam com propriedade, mas não exemplificam.

Identificam o mal, mas não se dispõem a tratá-lo.

Na expectativa de agradarem a Deus, censuram a Humanidade e a condenam.

Prosseguem lavando as mãos na bacia de Pilatos…

Adormecem todas as noites, esperando que, no outro dia, alguém tome providências.

Responderão pela falta grave da omissão e, talvez, a sua culpa lhes venha a pesar mais na consciência do que na consciência daqueles que, por completa ignorância, vivem em função do mal.

Irmão José (do livro “De animo firme”)

VELHAS FERIDAS – Irmão José

Quando te dispuseres ao diálogo com alguém, não lhe remexas em velhas feridas, recordando episódios desagradáveis de que ele foi protagonista.
Evita causar-lhe constrangimentos, rememorando acontecimentos infelizes que, de maneira direta ou indireta, o envolveram.
A caridade do esquecimento, em relação às faltas alheias, é virtude em que mais devemos nos empenhar para colocar em prática.
Se a própria Lei Divina, a fim de que possamos reerguer-nos para a Vida, nos concede a bênção do olvido, em relação aos erros cometidos no passado, por que haveríamos de negar a mesma oportunidade aos nossos irmãos que caíram?
Em qualquer circunstância, nos valermos das mazelas alheias como trunfo ou objeto de chantagem, para nos colocarmos em situação de superioridade e privilégio, é pôr à mostra uma das piores características de nossa personalidade.
Irmão José (psic. Carlos Baccelli – do livro “Pai, Perdoa-lhes!”)