NEM TÃO BONS, NEM TÃO RUINS – Irmão José

Não somos tão ruins quanto pensam que somos, porém nem tão bons quanto nos imaginamos ser.

Não somos menos nem mais: somos o que simplesmente somos.

Iguais a tantas pessoas que lutam para serem melhores do que são.

Não nos deprimamos com a crítica e nem nos envaideçamos com o elogio.

Não nos avaliemos pelo que os outros são ou deixam de ser.

Tomemos unicamente a Jesus por exemplo do que precisamos vir a ser, um dia.

Em quase todos, certas virtudes compensam os vícios que ainda possuem.

Lutemos para que a nossa parte positiva supere a negativa, que ainda predomina.

No exercício constante do bem é que nos fortaleceremos.

Irmão José (psic. Carlos Baccelli – do livro “Vigiai e Orai”)