ORAÇÃO – Irmão José

Segundo Gandhi, o apóstolo da não-violência, “a oração é a respiração da alma”.

Os Espíritos da Codificação afirmaram a Allan Kardec que a oração deve ser “um estudo de nós mesmos”.

O homem que não ora vive desvinculado da sintonia com o Mais Alto, à mercê das circunstâncias rasteiras que o envolvem.

Toda pessoa carece de recolher-se na intimidade de si mesma para uma conversa com Deus.

A oração nos confere força, inspiração, coragem para a luta.

Oremos com os lábios, colocando o sentimento nas palavras, mas não nos esqueçamos, principalmente, de orarmos com as nossas próprias mãos…

O gesto de benevolência é a mais eloquente das preces que endereçamos a Deus.

A caridade é o passaporte de luz de nossos rogos ao Supremo Senhor da Vida.

Não há nenhuma prece que não seja ouvida por Aqueles que nos tutelam sobre a Terra.

Toda resposta dos Céus às orações dos homens passa pelo crivo do merecimento, da necessidade e da conveniência.

O hábito da oração, por si só, a pouco e pouco modifica o tônus mental da criatura que se afervora, predispondo-a a uma vida mais espiritualizada.

Irmão José (psic. Carlos Baccelli – do livro “Lições da Vida”)