CAPÍTULO 43 – CONSULTAS – EMMANUEL

“E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?” — (JOÃO, capítulo 8, versículo 5.)

Várias vezes o espírito de má fé cercou o Mestre, com interrogações, aguardando determinadas respostas pelas quais o ridicularizasse. A palavra dEle, porém, era sempre firme, incontestável, cheia de sabor divino.

Referimo-nos ao fato para considerar que semelhantes anotações convidam o discípulo a consultar sempre a sabedoria, o gesto e o exemplo do Mestre.

Os ensinamentos e atos de Jesus constituem lições espontâneas para todas as questões da vida.

O homem costuma gastar grandes patrimônios financeiros nos inquéritos da inteligência. O parecer dos profissionais do direito custa, por vezes, o preço de angustioso sacrifício.

Jesus, porém, fornece opiniões decisivas e profundas, gratuitamente.

Basta que a alma procure a oração, o equilíbrio e a quietude. O Mestre falar-lhe- á na Boa Nova da Redenção.

Frequentemente, surgem casos inesperados, problemas de solução difícil.

Não ignora o homem o que os costumes e as tradições mandam resolver, de certo modo; no entanto, é indispensável que o aprendiz do Evangelho pergunte, no santuário do coração: — Tu, porém, Mestre, que me dizes a isto?

E a resposta não se fará esperar como divina luz no grande silêncio.

EMMANUEL

(psic. Chico Xavier – do livro: ‘Caminho, Verdade e Vida’)

CAPÍTULO 39 – ENTRA E COOPERA – EMMANUEL

“E ele, tremendo e atônito, disse: Senhor, que queres que eu faça? Respondeu-lhe o Senhor: — Levanta-te e entra na cidade e lá te será dito o que te convém fazer.” — (ATOS, capítulo 9, versículo 6.)

Esta particularidade dos Atos dos Apóstolos reveste-se de grande beleza para os que desejam compreensão do serviço com o Cristo.

Se o Mestre aparecera ao rabino apaixonado de Jerusalém, no esplendor da luz divina e imortal, se lhe dirigira palavras diretas e inolvidáveis ao coração, por que não terminou o esclarecimento, recomendando-lhe, ao invés disso, entrar em Damasco, a fim de ouvir o que lhe convinha saber? É que a lei da cooperação entre os homens é o grande e generoso princípio, através do qual Jesus segue, de perto, a Humanidade inteira, pelos canais da inspiração.

O Mestre ensina os discípulos e consola-os através deles próprios. Quanto mais o aprendiz lhe alcança a esfera de influenciação, mais habilitado estará para constituir-se em seu instrumento fiel e justo.

Paulo de Tarso contemplou o Cristo ressuscitado, em sua grandeza imperecível, mas foi obrigado a socorrer-se de Ananias para iniciar a tarefa redentora que lhe cabia junto dos homens.

Essa lição deveria ser bem aproveitada pelos companheiros que esperam ansiosamente a morte do corpo, suplicando transferência para os mundos superiores, tão-somente por haverem ouvido maravilhosas descrições dos mensageiros divinos. Meditando o ensinamento, perguntem a si próprios o que fariam nas esferas mais altas, se ainda não se apropriaram dos valores educativos que a Terra lhes pode oferecer. Mais razoável, pois, se levantem do passado e penetrem a luta edificante de cada dia, na Terra, porquanto, no trabalho sincero da cooperação fraternal, receberão de Jesus o esclarecimento acerca do que lhes convém fazer.

EMMANUEL

(psic. Chico Xavier – do livro: ‘Caminho, Verdade e Vida’)

CAPÍTULO 26 – PADECER – EMMANUEL

“Nada temas das coisas que hás de padecer.” — (APOCALIPSE, capítulo 2, versículo 10.)

Uma das maiores preocupações do Cristo foi alijar os fantasmas do medo das estradas dos discípulos.

A aquisição da fé não constitui fenômeno comum nas sendas da vida.

Traduz confiança plena.

Afinal, que significará “padecer”? O sofrimento de muitos homens, na essência, é muito semelhante ao do menino que perdeu seus brinquedos.

Numerosas criaturas sentem-se eminentemente sofredoras, por não lhes ser possível a prática do mal; revoltam-se outras porque Deus não lhes atendeu aos caprichos perniciosos.

A fim de prestar a devida cooperação ao Evangelho, é justo nos incorporemos à caravana fiel que se pôs a caminho do encontro com Jesus, compreendendo que o amigo leal é o que não procura contender e está sempre disposto à execução das boas tarefas.

Participar do espírito de serviço evangélico é partilhar das decisões do Mestre, cumprindo os desígnios divinos do Pai que está nos Céus.

Não temamos, pois, o que possamos vir a sofrer.

Deus é o Pai magnânimo e justo. Um pai não distribui padecimentos. Dá corrigendas e toda corrigenda aperfeiçoa.

EMMANUEL

(psic. Chico Xavier – do livro: ‘Caminho, Verdade e Vida’)

CAPÍTULO 22 – QUE BUSCAIS? – EMMANUEL

“E Jesus, voltando-se e vendo que eles o seguiam, disse-lhes: Que buscais?” — (JOÃO, capítulo 1, versículo 38.)

A vida em si é conjunto divino de experiências.

Cada existência isolada oferece ao homem o proveito de novos conhecimentos. A aquisição de valores religiosos, entretanto, é a mais importante de todas, em virtude de constituir o movimento de iluminação definitiva da alma para Deus.

Os homens, contudo, estendem a esse departamento divino a sua viciação de sentimentos, no jogo inferior dos interesses egoísticos.

Os templos de pedra estão cheios de promessas injustificáveis e de votos absurdos.

Muitos devotos entendem encontrar na Divina Providência uma força subornável, eivada de privilégios e preferências. Outros se socorrem do plano espiritual com o propósito de solucionar problemas mesquinhos.

Esquecem-se de que o Cristo ensinou e exemplificou.

A cruz do Calvário é símbolo vivo.

Quem deseja a liberdade precisa obedecer aos desígnios supremos. Sem a compreensão de Jesus, no campo íntimo, associada aos atos de cada dia, a alma será sempre a prisioneira de inferiores preocupações.

Ninguém olvide a verdade de que o Cristo se encontra no umbral de todos os templos religiosos do mundo, perguntando, com interesse, aos que entram: “Que buscais?”

EMMANUEL

(psic. Chico Xavier – do livro: ‘Caminho, Verdade e Vida’)

CAPÍTULO 16 – ENDIREITAI OS CAMINHOS – EMMANUEL

“Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías.” — João Batista. (JOÃO, capítulo 1, versículo 23.)

A exortação do Precursor permanece no ar, convocando os homens de boa-vontade à regeneração das estradas comuns.

Em todos os tempos, observamos criaturas que se candidatam à fé, que anseiam pelos benefícios do Cristo. Clamam pela sua paz, pela presença divina e, por vezes, após transformarem os melhores sentimentos em inquietação injusta, acabam desanimadas e vencidas.

Onde está Jesus que não lhes veio ao encontro dos rogos sucessivos? em que esfera longínqua permanecerá o Senhor, distante de suas amarguras? Não compreendem que, através de mensageiros generosos do seu amor, o Cristo se encontra, em cada dia, ao lado de todos os discípulos sinceros.

Falta-lhes dedicação ao bem de si mesmos. Correm ao encalço do Mestre Divino, desatentos ao conselho de João: “endireitai os caminhos”.

Para que alguém sinta a influência santificadora do Cristo, é preciso retificar a estrada em que tem vivido. Muitos choram em veredas do crime, lamentam-se nos resvaladouros do erro sistemático, invocam o céu sem o desapego às paixões avassaladoras do campo material. Em tais condições, não é justo dirigir-se a alma ao Salvador, que aceitou a humilhação e a cruz sem queixas de qualquer natureza.

Se queres que Jesus venha santificar as tuas atividades, endireita os caminhos da existência, regenera os teus impulsos. Desfaze as sombras que te rodeiam e senti-Lo-ás, ao teu lado, com a sua bênção.

EMMANUEL

(psic. Chico Xavier – do livro “Caminho, Verdade e Vida”)

CAPÍTULO 11 – CONFORTO – EMMANUEL

“Se alguém me serve, siga-me.” — Jesus. (JOÃO, capítulo 12, versículo 26.)

Frequentemente, as organizações religiosas e mormente as espiritistas, na atualidade, estão repletas de pessoas ansiosas por um conforto.

De fato, a elevada Doutrina dos Espíritos é a divina expressão do Consolador Prometido. Em suas atividades resplendem caminhos novos para o pensamento humano, cheios de profundas consolações para os dias mais duros.

No entanto, é imprescindível ponderar que não será justo querer alguém confortar-se, sem se dar ao trabalho necessário…

Muitos pedem amparo aos mensageiros do plano invisível; mas como recebê-lo, se chegaram ao cúmulo de abandonar-se ao sabor da ventania impetuosa que sopra, de rijo, nos resvaladouros dos caminhos?

Conforto espiritual não é como o pão do mundo, que passa, mecanicamente, de mão em mão, para saciar a fome do corpo, mas, sim, como o Sol, que é o mesmo para todos, penetrando, porém, somente nos lugares onde não se haja feito um reduto fechado para as sombras.

Os discípulos de Jesus podem referir-se às suas necessidades de conforto. Isso é natural.

Todavia, antes disso, necessitam saber se estão servindo ao Mestre e seguindo-o. O Cristo nunca faltou às suas promessas.

Seu reino divino se ergue sobre consolações imortais; mas, para atingi-lo, faz-se necessário seguir-lhe os passos e ninguém ignora qual foi o caminho de Jesus, nas pedras deste mundo.

EMMANUEL

(psic. Chico Xavier – do livro “Caminho, Verdade e Vida”)

CAPÍTULO 7 – TUDO NOVO – EMMANUEL

“Assim é que, se alguém está. em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” — Paulo. (2ª EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS, capítulo 5, versículo 17.)

É muito comum observarmos crentes inquietos, utilizando recursos sagrados da oração para que se perpetuem situações injustificáveis tão-só porque envolvem certas vantagens imediatas para suas preocupações egoísticas.

Semelhante atitude mental constitui resolução muito grave.

Cristo ensinou a paciência e a tolerância, mas nunca determinou que seus discípulos estabelecessem acordo com os erros que infelicitam o mundo. Em face dessa decisão, foi à cruz e legou o último testemunho de não-violência, mas também de não-acomodação com as trevas em que se compraz a maioria das criaturas.

Não se engane o crente acerca do caminho que lhe compete.

Em Cristo tudo deve ser renovado. O passado delituoso estará morto, as situações de dúvida terão chegado ao fim, as velhas cogitações do homem carnal darão lugar a vida nova em espírito, onde tudo signifique sadia reconstrução para o futuro eterno.

É contra-senso valer-se do nome de Jesus para tentar a continuação de antigos erros.

Quando notarmos a presença de um crente de boa palavra, mas sem o íntimo renovado, dirigindo-se ao Mestre como um prisioneiro carregado de cadeias, estejamos certos de que esse irmão pode estar à porta do Cristo, pela sinceridade das intenções; no entanto, não conseguiu, ainda, a penetração no santuário de seu amor.

EMMANUEL

(psic. Chico Xavier – do livro “Caminho, Verdade e Vida”)

O JARDINEIRO DIVINO – Irmão José

“Obreiros, traçai o vosso sulco; recomeçai no dia seguinte o afanoso labor da véspera; o trabalho das vossas mãos vos fornece aos corpos o pão terrestre; vossas almas, porém, não estão esquecidas; e eu, o jardineiro divino, as cultivo no silêncio dos vossos pensamentos- (“O Evangelho Segundo o Espiritismo”, Cap. VI – O Cristo Consolador.)

De fato, o espírito em evolução pode ser comparado à minúscula semente que, na gleba da Vida, vem sendo laboriosamente cultivada pelo Senhor, o Jardineiro Divino.

Os pensamentos Dele, à maneira da claridade solar, incidem constantemente sobre os nossos pensamentos, fazendo com que germinem ideias e sentimentos de ordem superior.

Cuidadosamente, desde o princípio, Ele vem zelando por cada um de nós, impedindo que as circunstâncias adversas nos comprometam o florescimento espiritual.

Assim como o lavrador que, lançando o grão à terra, espera pela colheita promissora, o Cristo, com extremada paciência e carinho, aguarda que venhamos a corresponder às suas justas expectativas de diligente pomicultor.

O corpo físico pode ser comparado à leira onde o espírito jaz plantado, permanecendo em lento e exaustivo processo de maturação, ao longo dos séculos e milênios.

Evidentemente, todos ainda muito longe estamos de florescer e frutescer com a exuberância de uma árvore na plenitude de suas possibilidades intrínsecas.

O Senhor, porém, não desistirá de nenhuma das sementes que o Criador lhe confiou, para que, um dia, na perpetuação da espécie, elas mesmas consigam se multiplicar de maneira prodigiosa.

As suas Palavras de Vida Eterna prosseguirão, na medida certa, adubando-nos a vontade débil e ofertando-nos condições propícias para que, no tempo assinalado pelas Leis da Evolução, possamos imitar a humilde semente de trigo, que emerge da cova escura em que se acolhe e se transfigura em espiga madura para o milagre do pão.

E como a semente – que, de estação a estação, enfrenta, muitas vezes, as variações do clima, incubando-se sob a ação das intempéries – de vida em vida, ante o sol causticante das provas que suportarmos ou das tempestades de lágrimas que sobre nós desabarem, haveremos, um dia, de deixar de ser simples promessa para nos tornarmos realidade.

Irmão José (psic. Carlos Baccelli – do livro “Vinde a Mim”)

SIMPLESMENTE, Alívio – Irmão José

SIMPLESMENTE, ALÍVIO

“Foi isso que levou Jesus a dizer: ‘Vinde a mim todos vós que estais fatigados, que eu vos aliviarei’ – (“O Evangelho Segundo o Espiritismo”, Cap. VI – O Cristo Consolador.)

“Vinde a mim, todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei comigo que sou brando e humilde de coração e achareis repouso para vossas almas, pois é suave o meu jugo e leve o meu fardo.”

Com tais palavras, Jesus não está a nos prometer o que Ele não pode cumprir, em substituição ao nosso esforço pessoal.

Nos campos evolutivos da Vida, por maior seja a sua capacidade de amar, nenhum espírito logra impedir que outro trave as suas próprias lutas a fim de ascender.

O Cristo nos aponta o caminho para os Cimos, de modo a que possamos caminhar sem equívocos na direção da luz; todavia, Ele não nos suprimirá da caminhada que nos compete efetuar sangrando os pés.

Eximir alguém da prova indispensável ao seu progresso seria o mesmo que negar ao aprendiz acesso aos bancos escolares, condenando-o à eterna ignorância.

Revivendo a Mensagem Cristã, o Espiritismo não nos acena com as teorias ilusórias que, com a finalidade de ganhar adeptos, outras crenças religiosas formulam a quem não possui suficiente maturidade para entender que o espírito é o construtor do próprio destino.

Prometendo-nos simplesmente alívio, o Cristo, que jamais nos engana, nos garante que, caso venhamos a Ele recorrer, Nele haveremos de encontrar o suplemento de força que não nos deixe esmorecer sob a cruz que ombreamos.

Mesmo o médico não consegue curar o paciente cujo organismo não responda à ação dos medicamentos prescritos por ele.

A solução definitiva para qualquer um de nossos problemas passa, necessariamente, pelo nosso empenho em solucioná-los, que tão mais depressa o serão quanto maior seja a nossa boa vontade em tê-los resolvidos.

Uma palavra de coragem que alguém nos dirija, evidentemente, não afasta de nossos caminhos os percalços que necessitamos enfrentar, mas pode nos aliviar em nossa carga de aflição e desespero, impedindo que a falta de serenidade concorra para o agravamento de nossas dificuldades.

Não esperemos, portanto, que o Senhor ou os seus Prepostos descruzem os braços por nós e nos poupem do trabalho intransferível que, a fim de obter o que desejamos, cada um de nós somos chamados a executar.

Irmão José (psic. Carlos Baccelli – do livro “Vinde a Mim”)

CRIAÇÃO E PRIVILÉGIO – Irmão José

CRIAÇÃO E PRIVILÉGIO

“Apenas ideias muito imprecisas tinham os judeus acerca da vida futura. Acreditavam nos anjos, considerando-os seres privilegiados da Criação; não sabiam, porém, que os homens podem um dia tornar-se anjos e partilhar da felicidade destes.” – (“O Evangelho Segundo o Espiritismo”, Cap. II – Meu reino não é deste mundo.)

A Revelação Espírita surgiu para, também, desmistificar as crenças que não correspondem à ideia de um Deus justo e sábio.

Não existem privilégios na Criação Divina.

Os Espíritos que todos reverenciamos na condição de numes tutelares da Humanidade não são seres criados à parte, quais se fossem eles portadores de elemento genético diferenciado.

O próprio Cristo não se isentou das Leis da Evolução, que, no curso dos milênios, faz com que o espírito, criado simples e ignorante, se transfigure em anjo.

A matéria não passa de veículo para que o espírito, em nela se aperfeiçoando, também a espiritualize, porque tudo o que existe está em trânsito para a sua plena identificação com o Criador.

Os seres considerados mais primitivos, um dia, haverão de surgir transcendentalizados.

É como se, nas criaturas, o Criador estivesse efetuando o resgate de Si mesmo, para que, por fim, todas possam dizer como disse o Cristo: “Eu e o Pai somos um “.

Portanto, ninguém há de ficar, indefinidamente para trás, qual elemento frustrante das expectativas da própria Vida, que a tudo e a todos atrai para o seu Centro de Luz.

Os retardatários não passam apenas de retardatários, que, amanhã ou depois, ao despertarem, haverão de envidar esforços no sentido de se nivelarem aos que lhes tomaram a dianteira.

No Educandário da Vida Universal, existem currículos apropriados e mestres adequados às necessidades pedagógicas dos aprendizes mais recalcitrantes.

Se Deus, nosso Pai, em sua tarefa de educar, viesse a se frustrar em um só de seus filhos, isto haveria de representar o seu próprio fracasso como Educador – o que, convenhamos, sem que se estabeleça o caos no Universo, não é admissível.

Para alguns, a caminhada pode se fazer efetivamente muito mais longa, mas é da Lei que, a quedas e tropeços, todos venham a avançar e, por si mesmos, fazer jus à felicidade que aspiram desfrutar.

Irmão José (psic. Carlos Baccelli – do livro “Vinde a Mim”)