ORAÇÃO – Irmão José

Segundo Gandhi, o apóstolo da não-violência, “a oração é a respiração da alma”.

Os Espíritos da Codificação afirmaram a Allan Kardec que a oração deve ser “um estudo de nós mesmos”.

O homem que não ora vive desvinculado da sintonia com o Mais Alto, à mercê das circunstâncias rasteiras que o envolvem.

Toda pessoa carece de recolher-se na intimidade de si mesma para uma conversa com Deus.

A oração nos confere força, inspiração, coragem para a luta.

Oremos com os lábios, colocando o sentimento nas palavras, mas não nos esqueçamos, principalmente, de orarmos com as nossas próprias mãos…

O gesto de benevolência é a mais eloquente das preces que endereçamos a Deus.

A caridade é o passaporte de luz de nossos rogos ao Supremo Senhor da Vida.

Não há nenhuma prece que não seja ouvida por Aqueles que nos tutelam sobre a Terra.

Toda resposta dos Céus às orações dos homens passa pelo crivo do merecimento, da necessidade e da conveniência.

O hábito da oração, por si só, a pouco e pouco modifica o tônus mental da criatura que se afervora, predispondo-a a uma vida mais espiritualizada.

Irmão José (psic. Carlos Baccelli – do livro “Lições da Vida”)

NADA MAIS CONSTRANGEDOR – Irmão José

   A fim de evitares aborrecimentos desnecessários, não te esqueças de recorrer a medidas de natureza profilática:

– não especules sobre a privacidade de quem seja,

– não fales além do que te esteja sendo solicitado,

– não reivindiques posições de destaque,

– não avances o limite da conveniência,

– não te adiantes sem que tenhas sido convidado,

– não te intrometas em conversa que não te diga respeito,

– não permaneças nas proximidades de quem esteja em diálogo confidencial…

Nada mais constrangedor para aquele que, não reconhecendo qual seja o seu devido espaço, ao extrapolar em palavras e atitudes, é convidado por terceiros a permanecer estritamente no lugar que lhe pertence.

Irmão José   (psic. Carlos Baccelli – do livro “Ajuda-te e o Céu te Ajudará”)