CAPÍTULO 35 – SEMEADURA – EMMANUEL

“Mas, tendo sido semeado, cresce.” — Jesus. (MARCOS, capítulo 4, versículo 32.)

É razoável que todos os homens procurem compreender a substância dos atos que praticam nas atividades diárias. Ainda que estejam obedecendo a certos regulamentos do mundo, que os compelem a determinadas atitudes, é imprescindível examinar a qualidade de sua contribuição pessoal no mecanismo das circunstâncias, porquanto é da lei de Deus que toda semeadura se desenvolva.

O bem semeia a vida, o mal semeia a morte. O primeiro é o movimento evolutivo na escala ascensional para a Divindade, o segundo é a estagnação.

Muitos Espíritos, de corpo em corpo, permanecem na Terra com as mesmas recapitulações durante milênios. A semeadura prejudicial condicionou-os à chamada “morte no pecado”.

Atravessam os dias, resgatando débitos escabrosos e caindo de novo pela renovação da sementeira indesejável. A existência deles constitui largo círculo vicioso, porque o mal os enraíza ao solo ardente e árido das paixões ingratas.

Somente o bem pode conferir o galardão da liberdade suprema, representando a chave única suscetível de abrir as portas sagradas do Infinito à alma ansiosa.

Haja, pois, suficiente cuidado em nós, cada dia, porquanto o bem ou o mal, tendo sido semeados, crescerão junto de nós, de conformidade com as leis que regem a vida.

EMMANUEL

(psic. Chico Xavier – do livro: ‘Caminho, Verdade e Vida’)

SEMEADURA – Irmão José

Selecionemos a semente que haveremos de lançar no solo da Vida.

O homem é sempre escravo de sua própria semeadura.

Ninguém colherá flores plantando espinhos.

Toda semente germinará no momento que lhe for propício.

A boa semente, embora solitária na gleba em que germina, haverá de se multiplicar nos frutos que produz.

A sementeira do bem sobre a Terra reclama cultivadores de boa vontade.

A rigor, a existência do homem no mundo é a semente que ele deixa plantada para a posteridade…

Seja no bem ou no mal, os espíritos reencarnam para colher, no tempo, o resultado da própria semeadura.

Diante da Lei Divina, ninguém se apropria da sementeira alheia.

Existem homens que, infelizmente, não passam de figueiras sem frutos, qual aquela com que o Mestre exemplificou aos apóstolos a necessidade de uma vida útil.

Semeemos sempre, não nos esquecendo de que o crescimento da semente será dado por Deus.

Irmão José (psic. Carlos Baccelli – do livro “Lições da Vida”)