TODAS AS PESSOAS – Irmão José

TODAS AS PESSOAS

Destacando os defeitos dos que convivem contigo, muitas vezes, deixas de perceber-lhes as qualidades.

Acaso, por conta de uma só fruta deteriorada a lhe pender do galho, condenas ao machado a árvore que se cobre de frutos saborosos?

Porque se mostra poluída, ao longo do trajeto que percorre, a fonte deixa de ser cristalina na nascente de onde se põe a jorrar?

Pela infelicidade de um dia ou de uma hora, como julgar alguém que, a vida inteira, tem feito o possível para perseverar no caminho da virtude?

Sobre a Terra, todas as pessoas, quando observadas de mais perto, se assemelham ao diamante que, embora o seu indiscutível valor potencial, antes de ir para a vitrina de uma joalheria, necessita ser lapidado.

Irmão José (psic. Carlos Baccelli – do livro “Pai, Perdoa-lhes!”)